Há sempre uma música para cada momento da sua vida!


30/08/2005


Faz realmente bastante tempo que eu não dou as caras por aqui. A correria em que a minha vida se encontra está digna de medalha nos jogos pan-americanos 2007. Nunca estive com tantas coisas acumuladas para fazer.

Comprei até um pote de cápsulas de guaraná para ver se consigo me manter acordada mais tempo. Se eu dormia 5 horas por noite, agora eu vou dormir 2!

Tudo de legal.

Mas é assim. Conciliar tudo o que me é importante não é fácil. Impor prioridades menos ainda. Tem tanta coisa que planejei mas ainda não consegui tocar o projeto por falta de tempo. Mas sem drama, vai. Estou aqui fazendo a minha listinha em um rolo de papel higiênico.

Mas isso vai melhorar em breve. Com o término da faculdade, as noites tranqüilas me permitirão adiantar a minha vida. E reativar todas aquelas idéias que tiveram que ser “encostadas” na minha mente. Aí eu posso mudar a minha reclamação. Já poderei reclamar que o tempo não passa, que sinto falta da faculdade, que não tenho o que fazer.

 Isso até eu arrumar outra coisa, outro curso, outro emprego, sei lá. E sei que isso nem vai demorar. Me conheço há 20 anos!

Não consigo ficar quieta, parada. Reclamo da quantidade de coisas para fazer, mas quando o tempo começa a ficar ocioso, reclamo também.

Acho que eu vivo de reclamar. Justo eu que considero a minha vida excelente.

Tenho um emprego que adoro, uma família que sempre me apoiou e me apóia em minhas decisões, amigos maravilhosos, ótimos colegas de trabalho que muito me ensinam e me fazem rir.

Acho que diante da situação atual do mundo, eu sou uma privilegiada. E disso eu não reclamo, mas agradeço.

Mas vivo assim, reclamando, porque...bom, não sei porque.

Acho, inclusive, que o brasileiro vive de reclamar. Mas reclamar das coisas banais, porque quando se trata de lutar por alguns direitos, pelo crescimento do país, aí a coisa muda de figura. Reclamar à toa é legal, reclamar por justa causa não tem graça, parece.

Já tentei parar de falar, mas não é uma coisa fácil de se fazer. A grande verdade que ninguém gosta de admitir é que é bom reclamar. É bom reclamar da falta de tempo, para depois reclamar da sobra dele.

E assim continuo...quem quer ouvir uma reclamaçãozinha????

 

Escrito por *Ma* às 11h40
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24/08/2005


Juro, não sei mais o que fazer para permanecer com os olhos abertos!

Escrito por *Ma* às 16h47
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Fazer compras é sempre uma terapia

 

Como é bom ir até o shopping, entrar naquela loja onde todas as roupas te deixam menos gorda e comprar. Simplesmente comprar.

Fiz isso ontem com a minha irmã.

A encontrei no shopping, fomos jantar. Burguer King bem gordurento e um super pedaço delicioso de pavê de chocolate da Amor aos Pedaços.

Depois procurei os presentes para a minha amiga. Perfumes, kits, pelúcias. Fiz uma listinha e agora vou decidir o que comprar. “Desculpa” para voltar ao shopping no domingo e gastar mais uma graninha.

Depois, passei na Khelf, onde todas as calças ficam perfeitas em mim (dica para quem quiser me dar um presente), os vendedores são super atenciosos, te fazem provar toda a loja e no final não ficam insistindo para você levar as 47 peças que provou.

Te fazem uma oferta. Se você disser que não, eles fecham a sua conta com o que você escolheu.

Quem será que faz o treinamento desses vendedores? Eles são ótimos.

Experimentei umas 20 calças, mais alguns cintos. Obviamente, a calça que mais gostei era a mais cara. Isso sempre acontece.

Acabei comprando duas calças, básicas, e deixando de lado a mais linda, perfeita e “barata”. Nem tinha gostado tanto mesmo. Cinto não encontrei nenhum que realmente me agradasse.

Aproveitei e comprei uma carteira, a minha estava podre!

Depois, nessas lojas de bugigangas comprei um presente para a minha avó. Uma caneca grafada “para uma super avó”. Uma graça, não resisti.

Passei nas Lojas Americanas, comprei uns chocolates. E assim voltei para casa, de alma purificada. Heheheheh.

Pra que serve o dinheiro se não é para a gente gastá-lo toooodo?

Escrito por *Ma* às 12h57
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23/08/2005


O que será que significa sonhar com tartaruguinhas sorridentes?

Escrito por *Ma* às 11h32
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22/08/2005


Soneto de Augusto dos Anjos

MÁGOA

Quando nasci, num mês de tantas flores,
Todas murcharam, tristes, langorosas,
Tristes fanaram redolentes rosas,
Morreram todas, todas sem olores.

Mais tarde da existência nos verdores
Da infância nunca tive as venturosas
Alegrias que passam bonançosas,
Oh! Minha infância nunca tive flores!

Volvendo ã quadra azul da mocidade,
Minh'alma levo aflita à Eternidade,
Quando a morte matar meus dissabores.

Cansado de chorar pelas estradas,
Exausto de pisar mágoas pisadas,
Hoje eu carrego a cruz de minhas dores!

Escrito por *Ma* às 23h45
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Insônia

Ontem, duas horas da manhã e lá estava eu, acordada como se tivesse ingerido diversas doses de café juntamente com latas de energético e pílulas de pó de guaraná. Buscando temas e pesquisando assuntos para o meu tcc.

E o sono que não vinha!

Fui me deitar, e rolei para um lado, rolei para o outro e nada do sono dar o ar da graça.

Me levantei e peguei um cd de meditação, afinal, acreditei que as musicas lá gravadas me ajudariam a dormir. Passaram 3 minutos e eu percebi quão irritada aquele cd estava me deixando. Nossa, que nervoso. Quanta música estranha. Quase joguei o cd pela janela depois. Justo eu que gosto dessas coisas, tinha uma fita do Lair Ribeiro que eu achava muito legal.

Mas aquele cd, não é nada agradável. Que coisa ruim.

A única coisa que o conteúdo do cd conseguiu foi me fazer meditar a ponto de levantar e dar um grande STOP no cd player.

 

Dormi umas 3 horas e pouco. Sou praticamente um zumbi.

Escrito por *Ma* às 17h32
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Quem inventou de ir à Festa da Achiropita???

Impressionante a quantidade de pessoas que se acumulam pelas cerca de 30 barracas montadas na rua 13 de maio, no Bixiga, típico bairro italiano de São Paulo. Delícias da culinária italiana são vendidas incessantemente para 150 mil pessoas que, segundo estatísticas, passam pela região.

Fogazza, fricazza, polentas à bologneza e frita, antepasti, sardela, peperone e malanzanas al forno, calabrezas, macarrão, pizzas, frango frito, morangos com chocolate, rocamboles e doces constituíram a minha refeição noturna de sábado. E da Dani, do Douglas e da Aline também.

Fomos todos passar aperto, comer, ser pisoteados, comer, ser esmagados, comer, enfrentar filas, comer, gastar dinheiro, comer...

E depois voltar para casa, enfrentando as baratas que circulam calmamente pela região, com aquela consciência pesada por ter abusado do pecado capital mais gostoso. A gula!

E um detalhe que eu reparei. Toda a concentração de bebês de olhos grandes e azuis da cidade de São Paulo era ali. Como tinha bebê! E todos de olhos azuis. Não só bebês, mas crianças, adolescentes e adultos. Todos com os olhos maravilhosamente azuis!

Ah, ainda trouxe algumas guloseimas para casa, afinal, presentear e fazer a alegria da família. Maçã do amor, espetinho de frutas diversas cobertas com chocolate. Ô delícia.

Dica para quem quer conseguir comer por lá. Vá cedo. Não pense em chegar lá depois das 8:30. Aquilo vira um formigueiro.

E não se assuste com o tamanho das filas. Garanto que andam rapidamente. E em menos de 15 minutos na fila você estará com o seu “quitute” em mãos.

E detalhe, se quiser beber Coca-cola, compre em algum bar, porque na festa mesmo, somente refrigerante Schin (mas o guaraná é bom).

E é isso. Assim que a Dani me enviar as fotos que lá tiramos, eu posto no fotolog.

Escrito por *Ma* às 01h01
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20/08/2005


Escrito por *Ma* às 01h18
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19/08/2005


Sexta-feira. Dia em que a empolgação deveria ser minha. Mas não estou nada empolgada. Cabeça a mil, nem nas horas de sono (que são poucas) eu consigo apertar o botão do foda-se e relaxar. Sempre pensando em alguma coisa. Já acordo com os problemas matutando soluções. E preocupações! Com saúde de pessoas próximas, com tcc da faculdade, com o texto que tem de ser escrito, e o entrevistado encontrado, o quarto limpo, o presente comprado.

Só problemas, mas, enfim, no final do ano, metade deles sairão da minha mente. Acho que aí sim conseguirei apertão o tão sonhado botão do foda-se.

Eu me sinto enjoada, não um enjôo normal, mas um enjôo de tudo isso. Não, não estou grávida. E não estou de TPM também. E sequer comi bobagem!

Só estou de saco cheio hoje. De saco cheio de tudo. E de alguns e algumas. De saco cheio de choro à toa. De voz mole, de gritaria.

Amanhã, mais um dia cheio, menos as tão sonhadas 8 horas de sono. Mais correria.

Domingo, trabalho, trabalho, trabalho.

Preciso dos meus amigos, preciso sair, beber, cantar, dançar até cansar, sorrir, chorar de rir, criar bolhas nos pés, comer no MC Donalds, comer muitos doces, tomar 2 litros de Coca-cola gelada, sentar no sofá e ficar sem fazer nada, deitar, dormir, dormir, dormir.

Passar horas ouvindo música, cantarolando, tomar banho de muitas horas, fazer hidratação no corpo, no cabelo, e na mente.

Ir ao shopping e gastar todo o meu salário, comprar presentes, ganhar presentes.

Respirar ar puro, mato, praia, mato, praia. Sol, calor, sorvete. Água de coco gelada e docinha. Menos barulho, mais vozes.

Andar de bicicleta sem rumo por horas a fio, malhar, musculação! Sentir a dor pós musculação.

Cair na piscina, nadar até a pele enrugar. Até sentir o cheiro do cloro no corpo.

Tirar a minha carta que está atolada há anos, fazer contas.

Sentar na beira da calçada e conversar, conversar, conversar. Sobre a vizinha que arrumou confusão, sobre o mensalão, sobre a novela das oito, sobre a receita do doce, sobre o novo esmalte da colorama, o novo corte de cabelo, sobre música, cantar música, cantar, cantar qualquer coisa, jogar conversa no lixo, falar sobre aquele cara que não merece nossas palavras. Falar sobre tudo, e sobre todos. Falar até a garganta doer, arder, arranhar. Até a voz falhar...

Preciso, preciso, preciso!

Escrito por *Ma* às 16h07
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PERFECT
Alanis Morissette

Sometimes is never quite enough
If you're flawless, then you'll win my love
Don't forget to win first place
Don't forget to keep that smile on your face
Be a good boy
Try a little harder
You've got to measure up
And make me prouder
How long before you screw it up
How many times do I have to tell you to hurry up
With everything I do for you
The least you can do is keep quiet
Be a good girl
You've gotta try a little harder
That simply wasn't good enough
To make us proud
I'll live for you
I'll make you what I never was
If you're the best, then maybe so am I
Compared to him compared to her
I'm doing this for your own damn good
You'll make up for what I blew
What's the problem ...... why are you crying
Be a good boy
Push a little farther now
That wasn't fast enough
To make us happy
We'll love you just the way you are if you're perfect

Escrito por *Ma* às 11h08
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18/08/2005


Primeira música do dia...

TERRA DE GIGANTES
(Engenheiros do Havaí - na época em que eles ainda eram "ouvíveis")

Hey mãe!
Eu tenho uma guitarra elétrica
Durante muito tempo isso foi tudo
Que eu queria ter

Mas, hey mãe!
Alguma coisa ficou pra trás
Antigamente eu sabia exatamente o que fazer

Hey mãe!
Tenho uns amigos tocando comigo
Eles são legais, além do mais,
Não querem nem saber
Mas agora, lá fora,
Todo mundo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas de qualquer lugar

Nessa terra de gigantes
(Eu sei, já ouvimos tudo isso antes)
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

As revistas
As revoltas
As conquistas da juventude
São heranças
São motivos
Pr'as mudanças de atitude
Os discos
As danças
Os riscos da juventude
A cara limpa
A roupa suja
Esperando que o tempo mude

Nessa terra de gigantes
(Tudo isso já foi dito antes)
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Hey mãe!
Já não esquento a cabeça
Durante muito tempo isso foi
Só o que eu podia fazer
Mas, hey mãe!
Por mais que a gente cresça
Há sempre coisas que a gente
Não pode entender

Hey mãe!
Só me acorda quando o sol tiver se posto
Eu não quero ver meu rosto
Antes de anoitecer
Pois agora lá fora,

O mundo todo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas...

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes


 

Escrito por *Ma* às 09h54
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17/08/2005


Por que será que existem coisas que tanto me irritam? Às vezes eu penso como algumas bobeiras, besteirinhas do dia a dia me tiram do sério...

 

-         Insistir em conversar logo quando eu acordo me tira do sério

-         Ficar falando no telefone caminhando pela casa me tira do sério

-         Ler enquanto eu escrevo me tira do sério

-         Tentar ler as minhas conversas do msn me tira do sério

-         Fazer tempestade em copo d’água me tira do sério (viu Aline e Kelly)

-         Ver a ignorância de uma certa pessoa me tira do sério

-         Sair de Perdizes e chegar na Bresser antes de uma pessoa que saiu da Vila Matilde me tira do sério (ouviu, Thais, ouviu????)

-         Ver os outros serem feitos de tontos e aceitarem isso me tira do sério

-         Discussões sobre política me tiram do sério

-         Ir seca na geladeira pegar o resto do pudim que eu separei pra comer mais tarde e constatar que ele já foi até digerido me tira do sério

-         Me arrumar para sair e decidir ir até o Tatuapé me tira do sério

-         Procurar e não encontrar algo que está abaixo do meu nariz me tira do sério

-         Discutir trabalho pelo msn me tira do sério

-         Piadinha em horário impróprio me tira do sério

-         Pronunciar certas palavras me tira do sério....

 

(continua mais tarde...)

Escrito por *Ma* às 16h03
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ELEVANDO O NÍVEL...

Cotidiano - Chico "Mais do Que Tudo de Bom" Buarque

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher
Diz que está me esperando pro jantar
E me beija com a boca de café

Todo dia eu só penso em poder parar
Meio dia eu só penso em dizer não
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão

Seis da tarde como era de se esperar
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão

Toda noite ela diz pra eu não me afastar
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pra eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Escrito por *Ma* às 11h42
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Hoje o dia tem tudo para ser ruim:

Acordei cantarolando música da Wanessa Camargo!

Escrito por *Ma* às 09h51
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16/08/2005


POSSO SÓ QUESTIONAR UMA COISA???

POR QUAL MOTIVO VOCÊS NÃO VISITAM O MEU FOTOLOG????? SE ERA POR FALTA DE DIREÇÕES, NÃO É MAIS!!!

http://mmarquesb.fotolog.uol.com.br

http://mmarquesb.fotolog.uol.com.br

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http://mmarquesb.fotolog.uol.com.br

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Pronto, agora é só clicar na sua cor preferida!

Escrito por *Ma* às 23h15
:: Haloscan [ ] [ envie esta mensagem ]

Hoje o dia está se arrastando. E eu estou no mesmo ritmo. Slowmotion total.

Ótimo dia para ouvir um Coldplay, acompanhando cada nota musical. Eu normalmente gosto desses dias. Mas não nessa atual situação.

Procurei não me estressar. Se tem algo que eu quero mudar ao meu redor (e internamente também) é parar de fazer tempestade em copo d’água. É tão desnecessário.

E vou me preocupar com as coisas quando elas acontecerem. Quem sofre na véspera é peru de natal. E de peru, ou melhor, perua, eu não tenho nada.

Aliás, outro ponto a mudar. Ando muito maloqueira. Preciso voltar a usar meus sapatos e sandálias de menina, e tirar esse tênis sujo do pé. Se bem que ele é tão confortável...

 

Devaneios a parte....

 

Fim...

Escrito por *Ma* às 13h07
:: Haloscan [ ] [ envie esta mensagem ]

Na hora que é pra levantar, eu levanto...
Na hora que é pra tomar café, eu tomo...
Na hora que é pra trabalhar, eu trabalho...
Na hora que é pra almoçar, eu almoço...
Na hora que é pra ir a facul, eu vou...
Na hora de jantar, eu janto...
Na hora de dormir, eu fico aqui escrevendo esse monte de merda no blog....

Eu faço tudo errado mesmo.

Escrito por *Ma* às 00h31
:: Haloscan [ envie esta mensagem ]

15/08/2005


É triste terminar algo que estava indo tão bem......

Escrito por *Ma* às 15h14
:: Haloscan [ envie esta mensagem ]

Tudo bem, eu confesso...

Comprei o presente de dia dos pais do véio com segundas intenções.... Mas o importante é que (assim como eu) ele amou.......

 

Hehehehehe

 

Olha o presentaço!

 

 

Box com 2 DVDs do Chico

Meu caro amigo / A flor da pele / Vai passar

Não vejo a hora de sentar em frente a tv e assistir tudo pelo menos catorze vezes...

Escrito por *Ma* às 09h03
:: Haloscan [ ] [ envie esta mensagem ]

A volta pra casa sempre é reconfortante. A minha cama, o meu chuveiro, as minhas roupas de "menina", o colo da mamys, os amigos. Mas a saudade do Rally dos Sertões já está batendo. Saudade de tudo o que presenciei nesses 13 dias longe de casa, saudade da poeira, do perrengue, do colchonete no chão, do banho gelado, das horas de "chacoalho" dentro da L200. Saudade do pôr do sol. E do nascer do sol. Saudade do stress da sala de imprensa que sempre apresentava problema. Saudade do *pedala Marcela. Saudade de dormir cada dia em um canto diferente. Saudade das pessoas, saudade dos comentários dentro do carro.
Que bela experiência profissional! E de vida!
No retorno, muitas novidades. Impressionante como o meu envolvimento com o Rally foi tão intenso que eu me esqueci de tudo o que acontecia fora daquela realidade empoeirada. CPI, mensalão, coluna Ooops, problemas que em São Paulo ficaram, desentendimentos, faculdade. Só não esqueci das pessoas. E senti saudade delas!
Cheguei em casa e tinha celular novo (presente da irmã), computador novo com monitor de 17" tela plana, bolo de fubá da vovó e tanta coisa a me atualizar que eu não dei conta. Somente aí eu vi que a vida não tinha parado no tempo enquanto eu estava percorrendo o cerrado brasileiro.
O Rally me deu uma energia extra para terminar o ano com chave de ouro. Conheci pessoas maravilhosas, gente de cada canto do Brasil (e do mundo), com costumes, culturas e linguajar diferente. Gente com quem eu dei muita risada e aprendi bastante. Com quem eu bebi cerveja todos os dias. Apesar do trabalho na assessoria me distanciar um pouco do grupo de jornalistas, a convivência foi muito bacana. E eu espero manter contato com todo esse pessoal.
Engraçado como as coisas podem dar certo. Pessoas que nunca se viram, de motoristas a jornalistas. Me pareceu tudo tão familiar.
A vida durante a cobertura do Rally dos Sertões é complicada. A correria é muito grande. O trabalho da assessoria é dar toda a estrutura para que os jornalistas possam ter as melhores condições de trabalho possíveis. Nada fácil quando a localização te impõe limitações. Em alguns lugares deu tudo tão certo que parecia mentira. Palmas (TO) foi assim. Cidade nova, planejada, bonita apesar de difícil locomoção, infra-estrutura excelente de internet, telefone, impressão, xerox, banquinha de sorvete, óculos escuro, ar condicionado, suco, água e refrigerante a disposição, salgadinhos, lanchinhos, peixe à beira da Praia da Graciosa, cerveja gelada e tudo que fosse necessário, ou não.
Já em outras cidades, tudo errado. Natividade (TO) foi o caos. Como se já não bastasse a falta da linha telefônica, os únicos 3 pontos de internet que funcionavam foram perdidos com a "autodestruição" do rubby, a energia foi pro saco, definitivamente, tudo errado. Mas a gente sempre dá um jeito. E acabou que as coisas aconteceram.
Isso sem falar no Jalapão que, por antecipação, já sabíamos das condições precárias, então nem nos preocupamos. O mais engraçado é como os "nativos" exploram o pessoal do Rally. As 20 horas, a janta saía por 12 reais. As 20:30, por 15 reais. O refrigerante na cidade acabou, os moradores cobravam 60 reais para abrigar uma pessoa no chão de casa. Um super faturamento que até então eu só tinha visto lá em Brasília.
E por falar em Brasília, ao passar por lá procurei respirar bem pouco para não correr risco de contaminação. Acho que deu certo. Impressionante que meio a tamanho furdúncio, quem passa por Brasília vê um ambiente tão em paz, tão tranqüilo, céu azul, águas claras, cidade limpa. Pelo menos fisicamente.
Mas o Rally é isso. Uma surpresa a cada dia. Uma dificuldade a cada dia, mas a recompensa vale a pena. Experiência que eu indicaria para todos. E cujos ensinamentos levarei para sempre comigo.
Em cada cidade e vilarejo por qual o rally passa, conversar com o pessoal da região, mesmo que seja por alguns minutos, te mostra alguns valores que estão escondidos dentro da gente. Eu me senti melhor depois dessa viagem. E aprendi muito. Teria tanto o que falar aqui se tivesse conseguido escrever algo diariamente. Um diário de bordo mesmo.
Agora, é só esperar o Rally Internacional dos Sertões 2006. Pelo menos já sei que devo levar menos camisetas e mais calças, que realmente é melhor levar apenas 1 mala, mesmo que grande, que biquíni é algo muito útil assim como chinelo de borracha, que papel higiênico na bolsa é fundamental, que colírio é extremamente necessário e alguns outros detalhes.
Vivendo e aprendendo...

ps: fotos aqui!

Escrito por *Ma* às 00h06
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